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Infraero publica resultados
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A Infraero publicou o Relatório da Administração 2009, onde destaca as principais ações desenvolvidas pela empresa e detalha a situação patrimonial e financeira da instituição. Segundo o relatório, em 2009, foram investidos R$ 425,4 milhões, um aumento de 6,6% em relação a 2008. Desse total, R$ 219,4 milhões referem-se a obras e R$ 206 milhões a equipamentos. O lucro bruto foi de R$ 358,9 milhões ante R$ 600,6 milhões em 2008, uma queda de 40,2%. Este resultado foi impactado principalmente pela queda das receitas dos terminais de carga, em função da redução das importações, da ordem de 20%. Além disso, houve diminuição no movimento de aeronaves e de passageiros internacionais, com perda de 3,2% e 1,2%, respectivamente.
O baixo desempenho da Infraero em 2009 foi amenizada pela retomada das operações domésticas, que registraram aumento de 15% na movimentação de passageiros e 8,5% no movimento de aeronaves.
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Selo da ANAC indicará tamanho da poltrona
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Para escolher uma companhia aérea, agora o passageiro poderá avaliar também o espaço útil entre as poltronas do avião. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) criou o Selo ANAC, juntamente com a Etiqueta ANAC a ser exibida nos sistemas de vendas de passagens e colada nos aviões das empresas aéreas brasileiras. A etiqueta irá informar a faixa que caracteriza o espaço útil em centímetros entre um assento e outro na aeronave usada em cada voo. Todas as companhias aéreas do Brasil que operam voos regulares com aviões acima de 20 assentos deverão obrigatoriamente utilizar a Etiqueta ANAC para oferecer a informação aos passageiros sobre o espaço útil do avião.
Serão cinco faixas para classificar o espaço útil entre as poltronas: A (mais de 73 cm); B (de 71 cm a 73 cm), C (de 69 cm a 71 cm), D (de 67 cm a 69 cm) e E (menos de 67 cm). Cada aeronave classificada na categoria A receberá, além da Etiqueta, o Selo ANAC que atesta o melhor espaço útil oferecido no mercado. As companhias aéreas terão prazo até setembro de 2010 para enviar a documentação com a medição de suas aeronaves para a ANAC e mais seis meses, no máximo, para adotar a etiqueta informativa no seu sistema de reservas de passagens. Ou seja, dentro de um ano, os passageiros terão essas informações disponíveis de todas as principais companhias brasileiras que fazem voos comerciais.
Para a definição das faixas da etiqueta, a ANAC tomou por base a medição realizada em 5,3 mil passageiros, de 15 a 87 anos, nos 20 principais aeroportos brasileiros. Na média, a medida glúteo-joelho dos passageiros no Brasil varia entre 55 cm e 65 cm.
Nota: poderiam mudar as classificação para "Apertadíssimo, esmagado, esmigalhado e joelho batendo na testa" - via Marcelo Duarte.
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Autorizada reforma em Macapá
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O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, assinou essa semana a ordem de serviço para a instalação da cobertura metálica do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Macapá (AP), informou a Business Travel Magazine. A obra, interrompida desde novembro de 2008, dependia de decisão judicial, e a colocação da cobertura, que tem prazo de conclusão de 120 dias, vai evitar prejuízo à estrutura existente.
"Este passo tem um significado estratégico muito grande tanto para a Infraero, quanto para o Amapá e para o País. É o nosso maior sítio aeroportuário junto ao Caribe e ao Hemisfério Norte e importante ponto da malha área brasileira", disse Murilo Barboza. As novas salas de embarque e desembarque do aeroporto terão um total de 2,5 mil m², incluindo imigração, sanitários e sala técnica, com todo o conforto de uma sala padrão, com ar-condicionado e assentos.
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Empresas americanas: recuperação, mas com precaução
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As empresas aéreas americanas presentes na conferência do JP Morgan sobre Aviação, Transportes e Defesa, em Nova Iorque, essa semana, concordaram que há sinais de uma recuperação na indústria, mas que manterão custos e capacidade contidas, pelo menos por enquanto. "Estamos claramente vendo os sinais de uma recuperação econômica e a volta de passageiros executivos e premium", disse Kathryn Mikells, a CFO da UAL Corp., controladora da United. "O retorno de tráfego de maior qualidade, combinado com as reduções significativas na capacidade, durante 2009, realmente começou a impactar positivamente nos nossos resultados", completou.
O VP de Finanças e Planejamento, também CFO da American Airlines, Tom Horton, disse que a receita por milha voada deve subir entre 6,5%~7,5%; já o CEO da Continental, Jeff Smisek, disse que a CO já observa "um retorno dos clientes business". Já do lado das LC/LF, a Southwest afirmou que está avaliando com cautela sua expansão para novos mercados, mantendo-se focada em melhorar a lucratividade ao invés de expandir a frota. A jetBlue também diminuirá seu processo de expansão, recebendo quatro A320 em 2011, ao invés de oito, além de cinco outros Embraer 190.
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Boeing por decidir remotorização dos 737
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A Boeing pretende decidir sobre uma possível remotorização do 737 "por volta do final do ano", disse o CEO da divisão de aviação comercial, Jim Albaugh, durante conferência do JP Morgan. Ele disse que a empresa está em conversações com "os três fabricantes de motores" e reconhece que "está observando outros concorrentes" no mercado de narrowbody. Já na França, o CEO da EADS Louis Gallois afirmou que a remotorização da família A320 é uma "possibilidade" e "depende de muitas coisas", inclusive o que decidirem os concorrentes.
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KC-X: agora a briga é diplomática
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Após a inesperada saída do consórcio euro-americano Northrop Grumman/EADS da multibilhonária concorrência KC-X, dos aviões-tanque da USAF, alegando "claro favorecimento da concorrente Boeing", a agência de notícias AFP afirmou que o governo francês está irritado com a maneira que o Departamento de Defesa dos EUA lidou com a concorrência.
A reportagem diz ainda que o Presidente francês, Nicolas Sarkozy, irá discutir o assunto com Barack Obama no mês que vem. O Ministro francês para a Europa, Pierre Lellouche, jogou ainda mais lenha na fogueira ao afirmar que trata-se de "um assunto muito sério, que não está encerrado" e que poderá ter sérias conseqüências para a relação UE-US.
Essa briga está longe de acabar. Afinal, quem não gostaria de um contrato que aproximadamente 35 bilhões de dólares e que pode gerar serviços para os próximos 30, 40 anos?
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