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Brasil compra 50 helicópteros EC 725
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Por ocasião do encontro após a conferência da União Européia - Brasil, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy oficializaram em 23/12, a assinatura do contrato de compra de 50 helicópteros EC 725 para as Forças Armadas brasileiras. Este é o maior contrato de compra de helicópteros já assinado na América do Sul que permitirá ao Brasil possuir uma frota capaz de desempenhar missões variadas. As aeronaves serão fabricadas localmente por um consórcio formado pela Helibras, única fabricante de helicópteros da América Latina e a européia Eurocopter e as primeiras entregas estão previstas para 2010. O modelo EC 725 é a versão mais recente da família Cougar. Antes deste contrato, o modelo contabilizava 96 encomendas com clientes de 17 países. Bimotor médio, da categoria de 11 toneladas, o EC 725 é equipado com rotor de cinco pás e tanque de combustível de excelente capacidade, resultando em autonomia de 5h30. Foi concebido para desempenhar múltiplas missões, tais como SAR de combate, transporte tático de longa distância, transporte aeromédico, apoio logístico e missões navais. A polivalência das missões que ele pode desempenhar foi determinante para a escolha das Forças Armadas brasileiras.
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"O Galeão é uma porcaria"
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De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Serviços do Estado do Rio, Júlio Bueno, há 10 anos o Galeão é estatal e, há 10 anos, "é uma porcaria". O governo do Rio está convencido de que a única forma de melhorar o aeroporto é a concessão. A Fraport, da Alemanha; a Aéroports de Paris e várias empresas espanholas estão interessadas na privatização do aeroporto Tom Jobim. O governador do Estado já havia manifestado que o aeroporto do Galeão é, há anos, pior do que uma rodoviária de quinta categoria.
O Brasil quer sediar a Copa de 2014 e o Rio tem o desafio da candidatura a sede das olimpíadas de 2016. A pior nota obtida pela cidade foi a do Galeão.
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Surge uma nova companhia aérea
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Foi criada recentemente a nova empresa aérea Lufthansa Itália, subsidiária da companhia alemã, criada para explorar, a partir de fevereiro, o mercado italiano com uma frota inicial de seis aeronaves Airbus A319, configurados para 138 passageiros. Os primeiros destinos serão Barcelona e Paris, mas um mês depois entrarão em operação as linhas para Bruxelas, Budapeste, Bucareste e Madri. O acordo foi já firmado com a SEA, empresa italiana de serviços em terra para garantir aos passageiros um atendimento especial no Aeroporto de Malpensa, em Milão.
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Pista mais longa em Aracaju
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A Infraero e o Governo do Estado de Sergipe confirmaram acordo para a ampliação da pista de pouso do aeroporto de Aracaju, que passará dos atuais 2.200 m para 2.900 m. A ampliação visa atender á demanda crescente de vôos diretos da Europa, tanto de carga como de passageiros. Entre janeiro e outubro de 2008 o Aeroporto de Aracaju o movimento local de passageiros foi de 561.000, numa queda de 0,92% sobre o registrado no mesmo período do ano passado.
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Embraer será favorecida na concorrência F-X2
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Para evitar o problema que emperrou a disputa em 2002, a FAB proibiu que os concorrentes do programa F-X2, para o fornecimento de 36 aviões de combate, firmassem acordos de exclusividade com empresas brasileiras. O negócio de aproximadamente US$ 2 bilhões, se sobreviver à crise internacional, deve ser fechado até março. Independentemente do vencedor da concorrência, um grupo de empresas liderado pela Embraer será o principal favorecido com a compra, já que irá participar do programa e receberá a transferência tecnológica exigida pela FAB no seu pedido de proposta.
A Boeing, dos EUA; a Saab, da Suécia e a Dassault, da França, assinaram memorandos de entendimento com empresas nacionais que participarão da adaptação do caça ao Brasil: Embraer, Aeroeletrônica (aviônica), Atech (sistemas eletrônicos) e Mectron (mísseis).
A jogada da FAB, além de fomentar a indústria nacional, visou evitar a situação que, aliada a outros fatores, derrubou a mesma concorrência em 2002.
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Privatização em perigo
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O processo de privatização de aeroportos brasileiros, com o modelo de concessão em fase de estudo na Anac e no BNDES, pode deixar de ser um bom negócio na área de infraestrutura para se transformar em uma das grandes batalhas políticas deste ano. Os funcionários da Infraero começaram a entrar no debate e acusam o governo Lula de tratar a privatização com o interesse político de apenas agradar ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Metade dos aeroportos brasileiros opera no vermelho. Do total de 67 aeroportos administrados pela Infraero, só 33 apresentam lucro.
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Recorde de atrasos no domingo
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O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo, registrou o maior número de atrasos no Brasil, entre a 0h00 e as 18h00 deste domingo (4). De 189 voos, 43 atrasaram mais de 30 minutos (22,8% do total). Outros cinco foram cancelados (2,6%). No Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, de 133 voos, 13 atrasaram (9,8%) e sete foram suspensos (5,3%). No Aeroporto do Galeão, no Rio, 42 dos 117 voos decolaram fora do horário previsto (35,9%). Não houve cancelamentos. No Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Belo Horizonte, houve 16 atrasos (25,4%) e quatro cancelamentos (6,3%) em 63 voos. Em Brasília, o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek teve atrasos em 15 dos 92 voos (16,3%), além de quatro cancelamentos (4,3%). O Aeroporto Internacional de Salvador - Deputado Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, acumulou 22 atrasos, em 81 voos (27,2%). Em todo o país, incluindo os dados citados acima, a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) contabilizou 239 atrasos e 30 cancelamentos, o equivalente a 18,5% e 2,3% dos 1.291 voos, respectivamente.
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